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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Revelada verdadeira causa da morte de Yuri Gagarin

Revelada verdadeira causa da morte de Yuri Gagarin
Quarenta e cinco anos depois, a verdade sobre a morte do primeiro homem a viajar ao espaço foi finalmente revelada. Herói russo, o cosmonauta Yuri Gagarin entrou para a história quando fez parte da missão espacial a bordo da  cápsula Vostok 1 em abril de 1961. Além do feito científico e tecnológico, seu sucesso também deve conotação política, já ele representou uma vitória da superpotência comunista sobre o mundo capitalista ocidental.   
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Quase sete anos depois da sua ida ao espaço, Gagarin morreu em um acidente aéreo, em  circunstâncias nunca completamente esclarecidas. Graças ao esforço do seu colega Aleksey Leonov ao longo de 20 anos, agora a verdade veio à tona.
De acordo com a versão oficial, Gagarin e o instrutor Vladimir Seryogin caíram com o MiG-15UTI (foto abaixo) após desviarem de um objeto voador não identificado – que poderia ser desde um balão até uma ave. Isso fez com que o avião entrasse em parafuso, causando a morte de ambos.
Revelada verdadeira causa da morte de Yuri Gagarin

Contudo, depois de insistentes pedidos de Leonov, agora se sabe que "objeto não identificado" era um jato SU-15 (foto abaixo), que realizou um voo não autorizado e passou com muito perigo perto do avião de Gagarin. Naquele 27 de março de 1968, o dia era de muita chuva, vento e neve. Os exercícios aéreos estavam prestes a serem cancelados por conta do mau tempo. Leonov, responsável pelos treinamentos de saltos de paraquedas no dia, disse que escutou o barulho de um avião rompendo a barreira do som e, dois segundos depois, houve uma explosão. Algo errado havia acontecido.
Revelada verdadeira causa da morte de Yuri Gagarin

O que de fato se passou é que o SU-15 - que deveria voar a uma altitude de, no mínimo, 10 mil metros - fazia um voo completamente fora dos padrões a uma altitude de 450-500 metros. Assim que atingiu a velocidade supersônica, o avião passou perto do de Gagarin, que entrou em parafuso a uma velocidade de 750 km/h.
Depois disso, não houve mais notícias do avião do cosmonauta. As buscas tiveram início, e o pior havia acontecido: restos do  MiG-15UTI e dos corpos dos dois tripulantes foram encontrados. A partir daí, começaram as manobras para evitar o vazamento da informação de que outro piloto soviético seria responsável pela morte de Gagarin. Inclusive, Lenov descobriu ao ter acesso ao relatório oficial que seu testemunho na época sofreu alterações. O nome do piloto que causou a morte de Gagarin, contudo, segue em sigilo. O que se sabe é que ele tem 80 anos e sua saúde está fragilizada.
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As intrigantes esferas metálicas do Templo da Serpente Emplumada

As intrigantes esferas metálicas do Templo da Serpente Emplumada
Estes objetos de origem completamente desconhecida e que permanecem como um enigma para a ciência foram encontrados em uma das três camadas subterrâneas do Templo da Serpente Emplumada, em Teotihuacán, no México. A razão de todo esse mistério é que os achados não se parecem com nenhum outro objeto da época em que teriam sido produzidos.
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Pesquisadores do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) explicaram que as esferas têm uma idade de, aproximadamente, 1800 anos e poderiam ter sido usadas como oferendas em rituais sagrados.
As intrigantes esferas metálicas do Tempo da Serpente Emplumada
Contudo, elas não se parecem com nenhuma outra oferenda conhecida até os dias de hoje. Tratam-se de objetos metálicos em forma de esfera, com um diâmetro entre 4 e 12 centímetro, com núcleo de argila e outros materiais orgânicos.
Inúmeras teorias já foram criadas para tentar explicar a origem destes misteriosos objetos. Para alguns, eles são a prova de que houve o uso de tecnologia extraterrestre na cultura cultura teotihuacana.
Em meio às especulações, o robô TlabocII-TC, desenvolvido pelo INAH, está percorrendo as três camadas subterrâneas e demais passagens para a captura de imagens que possam ajudar a desvendar esse grande enigma em torno desta antiga civilização.
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A enigmática Máquina de Anticítera

A enigmática Máquina de Anticítera
Este é provavelmente um dos maiores enigmas da ciência humana. Mesmo 112 anos após a sua descoberta, não se sabe ainda do quê se trata exatamente a chamada Máquina de Anticítera.  Qual civilização e qual tecnologia teria sido usada para construi-la? Para quê e como a fizeram? Estas são algumas perguntas sem respostas.      
A história desse objeto começou em 1901, quando um pescador estava mergulhando e encontrou um navio afundado nas águas do Mar Egeu, nas proximidades da Ilha grega de Anticítera. Ali, sob as formações cálcareas que cobriam o casco do navio, entre estátuas e jarros, apareceu uma ânfora (tipo de vaso) fechada. Depois das primeiras análises científicas, que indicaram que o navio havia afundado ao redor do ano 90 a. C, os pesquisadores tiveram que esperar o desenvolvimento tecnológico disponível apenas a partir de 1946 para remover completamente o óxido e finalmente trazer à tona a "máquina de Anticítera".
A partir de então, os pesquisadores ficaram surpresos com o que encontraram: um equipamento com um sofisticado mecanismo, composto por uma série de engrenagens, impossíveis de serem concebidas pelas pessoas de sua época. Apesar de a ciência ter provado que o mecanismo havia afundado junto com o barco havia dois mil anos, os primeiros elementos de uma tecnologia similar aparecem na história do homem apenas no século XVI.
Um dos primeiros trabalhos que tentou desvendar a máquina de Anticítera é do historiador Derek J. de Solla Price que, em 1950, mencionou a possibilidade de que se tratava de um "computador" astronômico para  prever as posições do Sol e da Lua no Círculo Zodiáco. Ele também tentou reconstruir o mecanismo, mas a tecnologia da sua época não tornou isso possível. Alguns anos depois, o engenheiro Michael Wright fez uma tomografia linear do artefato e também concluiu que o equipamento reproduzia os movimentos do Sol e da Lua com exatidão, assim como os dos planetas.
O principal estudo sobre a Máquina de Anticítera aconteceu a partir de 2006, quando os pesquisadores usaram uma reprodução em três dimensões, com tomografias computadorizadas de alta definição. Assim foi possível saber que se tratava de um verdadeiro "planetário portátil", uma tecnologia impossível de se pensar na época em que foi construído. A grande questão é: qual cultura ou civilização forneceu o conhecimento que deu origem à Máquina de Anticítera?
Apesar de a ciência ainda buscar por novas resposta, assista ao vídeo abaixo que mostra um modelo em funcionamento da Máquina de Anticítera.

ALIENÍGENAS DO PASSADO

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